quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ballet Bolshoi

Dias e Horários:
Quarta 24 Junho - 21:00
Quinta 25 Junho - 21:00
Sexta 26 Junho - 21:30

Fundado em 1776, o Bolshoi já começa grandioso em seu nome, que significa “grande” de Russo. A companhia se consolidou com um estilo que associa performances fortes e coloridas com técnicas de atletismo e intensa expressividade dramática.

A excelência dos movimentos do Bolshoi é fruto da disciplina dos mais de 220 integrantes, que entram na escola através do mais rigoroso processo de seleção do mundo. E a eternização das técnicas fica por conta da integração de diferentes gerações dentro da companhia.

Sobre Spartacus

“Spartacus” apresenta a saga de um amor em meio a uma luta por justiça e dignidade. Spartacus e sua esposa Phrygia se tornam escravos do consul Crassus após a conquista de seu território por Roma. Ele se torna gladiador, enquanto sua companheira se torna uma concubina. Após ser obrigado a matar um de seus amigos, em uma apresentação para diversão dos romanos, Spartacus se rebela e lidera uma fuga de todos os gladiadores e outros escravos. No entanto, a liberdade de Spartacus não dura muito tempo. Ele é executado pelas tropas de Crassus e sua companheira, inconsolável, apela para que a memória de seus atos viva para sempre. A saga, representada desde 1968, é composta por 3 atos e sofreu algumas adaptações históricas para encenação.

“[Spartacus] é o maior sucesso da temporada 2014 do Bolshoi em Nova York” - The New Yorker

Libretto: Yuri Grigorovich (baseado no romance de Raffaello Giovagnolli)
Coreografia: Yuri Grigorovich
Design: Simon Virsaladze
Direção musical: Gennadi Rozhdestvensky
Dellart Imagem .

Central do Ballet Jurandir Rodrigues

Aconteceu no dia 20/06/2015

"O SONHO E DIVERTISSEMENT", no Teatro São Francisco. 
Avenida Regente Feijó, na cidade de São Paulo, mais um espetáculo de ballet com alunos da "Central de Ballet Jurandir Rodrigues.
Inspirado na obra: "Sonho de Uma Noite de Verão - de Willian Shakespeare.
Direção- Jurandir Rodrigues
Personagens:
Oberon - Anderson Mateus
Titânia - Flávia Mendes
Helena - Mayara Almeida Santos
Demétrius - Deckson Farias
Hermia - Andreza Soares
Lysander - Bruno Damásio
Bottom - Thiago Schreiter
Puck - Juliana Raizer Vassão
Fadas azuis - terceiro ano
Fadas lilás - quinto ano
Fadas rosas - primeiro ano
Borboletas rosa - preparatório
Borboletas lilás - Baby Class
Borboletas Verdes - preparatório e primeiro ano
Direção : Jurandir Rodrigues
Central do Ballet Jurandir Rodrigues.




 Segunda Parte

Divertissement.


01 - Chamas de Paris- Coreógrafo - Vasily Ivanovich Vainonen -Adaptação Jurandir Rodrigues
Intérprete Juliana Raizer Vassão.


02- La Bayadére (Variação Reino das Sombras)
Música- Ludwig Minkus- Coréografo - Marius Petipa- Adaptação Jurandir Rodrigues
Intérprete: Gabriela Bertolini Almeida


03- Giselle (Variação Feminina Paysant)
Música - Adolphe Adam -Coréografo Julles Perrot- Adaptação Jurandir Rodrigues
Intérprete: Flávia Alessandra Gomes.


04- Harlequinade (variação Masculina)
Música Ricardo Drigo- Coréografo Marcus Petipa- Adpatação Jurandir Rodrigues
Intérprete : Igor Fanarof.
05- A Bela Adormecida (Variação Feminina Pássaro Azul- Princesa Florine)
Música Tchaikovsky- Coréografo Marius Petipa- Adptação Jurandir Rodrigues
Intérprete : Najila Santiago Srour


06-Baby Variation-Música Eduard Deldevez - Coreógrafa :Sarah Fanarof
Intérprete Sara Augusto Miyabara


07-Struggle For Pleasure- Música Win Mertens - Coréografa: Sara Fanarof
Intérpretes: Ana Carolina, Andreza Soares, Auri Ribeiro,Barbara Araujo, Bruno Damasio, Deck Farias, Mayara Almeida e Thais Rodrigues Ferreira.


07- The Cheeleaders- Música Beyonce- Coréografa : Clara Braga
Intérpretes: Amanda Carolina de Lima,Beatriz Moraes,Flavia Alessandra Gomes,Gabriela Bertoline,Jade Ventura,Julia Morais,Juliana Evelyn dos Santos,Larissa Nogueira e Najla Srour.


08- Dom Quixote-Música Ludwig Minkus-Coréografo- Marius Petipa-Adpatação- Jurandir Rodrigues
Intérpretes: Anderson Mateus e Flavia Mendes
Participação Especial : Clara Braga Leites.





Parabéns a todos !








  

sábado, 2 de maio de 2015

Itanhaém - Comemorou o Dia Mundial da Dança

No Dia Mundial da Dança, Itanhaém mostra os seus talentos no balé.








Dedicação, pontualidade, disciplina e alimentação saudável são elementos essenciais para quem quer seguir a carreira como dançarino. Nesta quarta-feira (29) é celebrado o Dia Mundial da Dança e, em Itanhaém, para compor o corpo de baile, as crianças precisam estar em dia também com as lições e atividades escolares propostas em salas de aula.

O balé do Município procura conciliar as aulas aos estudos escolares. Hoje, o grupo formado por 300 jovens, com faixa etária de 4 a 16 anos, está matriculado regularmente na rede municipal de ensino e realiza os ensaios no Complexo Educacional Harry Forssell.  Com o curso, que tem duração de nove anos, eles aprendem técnicas do balé clássico e dança contemporânea.
“É fundamental ter disciplina e paciência para aprimorar as técnicas. O limite não basta para um dançarino. Eles procuram sempre aperfeiçoá-las com ensaios e muito esforço”, ressalta a coordenadora do balé, Lenisa Rocha. Ela acredita que: “a intenção é equilibrar dedicação às aulas de balé junto às atividades desenvolvidas em ambientes escolares”.
BENEFÍCIOS DA MODALIDADE – Atividades físicas previnem e melhoram as condições de vida de quem pratica o exercício. Além de agregar valores culturais, a dança ajuda no combate à obesidade.

Fonte :http://www.itanhaem.sp.gov.br/

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Dia Internacional da Dança.

A data existe para celebrar e mostrar a universalidade da dança e coincide com o nascimento do coreógrafo francês Jean-Georges Noverre, um dos pioneiros da dança moderna.
Antonio Ventura - Foto.

Dia Internacional da Dança

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Imagem : Dolores Jardim  Bailarina : Gabriela Jardim de Carvalho.

Dia Internacional da Dança ou Dia Mundial da Dança comemorado no dia 29 de abril, foi instituído pelo CID (Comitê Internacional da Dança) da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) no ano de 1982.
Ainda é uma efeméride nova e até mesmo desconhecida para muita gente, pois começou a ser realmente lembrada no Brasil nestes últimos anos. Cada vez mais, no entanto, artistas e profissionais da área reconhecem que é importante celebrar a data para, inclusive, dar maior visibilidade à dança, lembrar-se de sua importância e de suas demandas.
Ao criar o Dia Internacional da Dança a UNESCO escolheu o 29 de abril por ser a data de nascimento do mestre francês Jean-Georges Noverre (1727-1810). Ele ultrapassou os princípios gerais que norteavam a dança do seu tempo para enfrentar problemas relativos à execução da obra. Sua proposta era atribuir expressividade a dança por meio da pantomima, a simplificação na execução dos passos e a sutileza nos movimentos. Noverre se destaca na história por ter escrito um conjunto de cartas sobre o balé de sua época, “Letters sur la Danse”.
Por coincidência, entre os brasileiros a data também pode estar associada ao aniversário de uma personalidade de indiscutível importância: Marika Gidali, a bailarina que, com Décio Otero, fundou o Ballet Stagium em 1971 em São Paulo, para inaugurar no Brasil uma nova maneira de se fazer e apreciar dança.
O Dia Internacional da Dança é importante como mais um espaço de mobilização em torno deste assunto. Alguns dos objetivos desta comemoração é aumentar a atenção pela importância da dança entre o público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para fornecerem melhores políticas públicas voltadas à dança.
Enquanto a dança tem sido uma parte integral da cultura humana através de sua história, não é prioridade oficial no mundo. Em particular, o professor Alkis Raftis, então presidente doConselho Internacional de Dança, disse em seu discurso em 2003 que "em mais da metade dos 200 países no mundo, a dança não aparece em textos legais (para melhor ou para pior). Não há fundos no orçamento do Estado alocados para o apoio a este tipo de arte. Não há educação da dança, seja privada ou pública".

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Lago dos Cisnes celebra 120 anos.

(Imagem L. B.)






Em janeiro de 1895, o Teatro Mariinski, em São Petersburgo, exibiu pela primeira vez o lendário balé ao som de Tchaikovsky. A versão de Marius Petipa e Lev Ivanov não foi a primeira deste balé, mas foi justamente ela que mudou a atitude do mundo em relação à obra do grande compositor.
Ao longo de 120 anos, o “O Lago dos Cisnes” se consagrou como um dos balés mais encenados em todo o mundo. Existem apresentações com final feliz, final trágico e com diferentes leituras dos personagens. No espetáculo do britânico Matthew Bourne, por exemplo, os cisnes são todos homens. Mas a versão do Mariinski continua sendo vista como um “clássico do gênero”.
O famoso coreógrafo George Balanchine se referiu ao espetáculo como o “cartão de visita do balé russo”. Segundo ele, “todos os balés deveriam se chamar Lago dos Cisnes – isso garantiria uma venda animada de ingressos e sucesso entre o público”.
Primeiros passos
O primeiro “O Lago dos Cisnes”, coreografado por Wenzel, foi apresentado ao público em março de 1877, no Teatro Bolshoi. O espetáculo foi bem recebido pelos espectadores e acabou sendo retirado do repertório.
“Tinha muitas cenas de pantomima. Odette contava detalhadamente o seu destino, falava da madrasta malvada que era uma bruxa. Pessoas que assistiram ao espetáculo falavam da pobreza da sua dança. Nas críticas era possível perceber que o musical prevalecia claramente sobre a coreografia”, conta a editora do departamento editorial do Teatro Mariinski, Olga Makarova
No início de década de 1890, o Maître de Ballet Marius Petipa reescreveu o libreto para o Mariinski juntamente com Tchaikovsky, e a partitura, em colaboração com o compositor Riccardo Drigo. A encenação foi feita em parceria com Lev Ivanov.

A estreia, cinco anos depois, aconteceu no dia do jantar de gala beneficente promovido pela bailarina Pierina Legnani. Na ocasião, o seu par foi Pável Gerdt, que durante anos dançaria o personagem de Siegfried no palco do Mariinski.
O espetáculo moderno difere da primeira produção. No final do século 19 os homens na dança clássica não realizavam saltos complexos – os dançarinos se limitavam principalmente a caminhar pelo palco, criando poses elegantes e, quando necessário, amparando a bailarina. As bailarinas também eram diferentes: tinham o corpo mais coberto e não podiam levantar muito a perna quando estavam no palco, pois era considerado indecente.
Final feliz
Nos anos 1930, a bailarina e pedagoga russa Agrippina Vaganova decidiu produzir “O Lago dos Cisnes” com um tom social, mudando completamente o libreto. Em sua versão, Rothbart não era um malvado feiticeiro, mas um barão arruinado à procura de um bom partido a filha. No final, Odette morre com um tiro disparado por Rothbart, e Siegfried se suicida.

Galina Ulánova no papel de Odette Foto: Teatro Estatal Acadêmico MariínskiAdicionar legenda

Em 1950 foi lançada uma nova versão pelo coreógrafo Konstantin Sergueiev – e, pela primeira vez, com final feliz. Se até então as ondas agitadas do lago engoliam Odette e Siegfried na última cena, o novo Siegfried vencia o mago em um duelo, dando fim ao mal.
Sergueiev manteve quase inalterada a coreografia de Petipa e Ivanov, mas mesmo assim conseguiu refletir as conquistas do balé moderno. É esta a produção que continua sendo apresentada no Mariinski ainda hoje – e já foi exibida 1.757 vezes no teatro de São Petersburgo.

Publicado originalmente pela agência Tass

Vitor e Guilherme Menezes

Gêmeos brasileiros fazem sucesso dançando balé em Londres.



De São Bernardo do Campo para Londres. De Londres para China, Cingapura, Colômbia, México, Espanha.... "A gente vai dar uma volta pelo mundo dançando por aí", diz o bailarino Guilherme Menezes, de 22 anos. Referindo-se a ele e ao irmão.


O sonho de integrar uma das companhias de balé mais importantes da Inglaterra, o English National Ballet.
No mês que vem, eles saem em turnê mundial após participar, em Londres, do Quebra-Nozes, espetáculo tradicional na época natalina, e, em janeiro, do Lago dos Cisnes.
Mas qual a vantagem de ter dois bailarinos iguais no palco? "É o que faz a gente mais especial. O jeito que a gente dança é bem parecido. No balé, que é uma coisa bem simétrica, tem sempre duas linhas no palco, são duas pessoas dançando ao mesmo tempo. E, para o diretor de uma companhia, conseguir ter duas pessoas que - ainda mais quando a gente está no palco - são exatamente iguais é um grande ponto a favor", explica Guilherme.
Os meninos começaram a dançar aos oito anos. Durante a infância, a mãe deles costumava tocar música clássica para as crianças. Os dois começaram a trabalhar o lado artístico em aulas de atuação.
"A gente adorava teatro, mas atuação ainda não era exatamente o que estávamos procurando. Um dia uma vizinha que fazia balé nos convidou para assistir a um espetáculo dela e, quando a gente assistiu, a gente se apaixonou", conta Vitor.
Os dois eram os únicos homens na aula de balé. Eles dizem que gostavam tanto que não se importavam muito com o preconceito - mas, na escola, costumavam fingir para os colegas que faziam uma outra atividade.
Aos 16 anos, fizeram um teste na escola do English National Ballet e receberam uma bolsa integral para estudar em Londres.
'Portunhol' em Londres
Os irmãos chegaram à capital britânica sozinhos, sem falar uma palavra de inglês. Precisaram de ajuda de uma tradutora para passar pela imigração - mas, como não havia tradutora para o português, tiveram que se virar no "portunhol", pois a funcionária só falava castelhano.
Mas, em Londres, a "linguagem universal" da dança ajudou. Os passos de balé têm nomes em francês e, além disso, dançar é uma forma de comunicação sem palavras.
No início, falar com a família também era difícil: sem telefone nem computador, só conversavam com os pais por email.
Mas com o tempo aprenderam inglês e se adaptaram a Londres. Completaram os três anos de formação na escola de balé e depois disso receberam a oferta para continuar na companhia. "Foi um dos momentos mais felizes da nossa vida", diz Vitor.
Os irmãos dizem que ficar juntos não foi intencional, mas acham que os pais não teriam deixado que viajassem se estivessem sozinhos.
"Mas eles sempre acharam que, algum momento da nossa vida, a gente ia acabar indo por caminhos diferentes. Por incrível que pareça, até agora a gente sempre faz nossos planos juntos. É uma vida inteira dançando junto", conta Guilherme.
E é assim, juntos, que os dois pretendem, no futuro, voltar para o Brasil. "Queremos passar todos os ensinamentos que aprendemos para quem está no Brasil", diz Guilherme.
Vitor e Guilherme de Menezes .












Bernadette Peçanha a bailarina de Portugal.

Em 05 de fevereiro de 2015
R.I.P.

Aos 87 anos, a ex-bailarina Bernardette Pessanha morreu no Hospital de São Francisco Xavier, vítima de doença cardiovascular. Bernardette Pessanha fez parte do grupo de nove elementos que fundou o Grupo Experimental de Ballet,  que acabou por originar o Ballet Gulbenkian
António Laginha, diretor do Centro de Dança de Oeiras descreveu Bernardette Pessanha como “uma pessoa discreta, mas fundamental na dança em Portugal.
Bernardette Pessanha nasceu em Faro, a 4 de fevereiro de 1928. Ao longo da sua carreira como bailarina, estudou no Conservatório Nacional e fez parte do Círculo de Iniciação Coreográfica, fundado e dirigido por Margarida de Abreu, nos anos 40. Entre 1950 e 1958, integrou o Grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio, sob a direção de Francis Graça.
No Grupo Experimental de Ballet, foi bailarina, ensaiadora e assistente do mestre Norman Dixon. Em 1965, no Grupo Gulbenkian de Bailado, foi assistente dos coreógrafos Walter Gore eMilko Sparemblek. Já no Ballet Gulbenkian, em 1975, foi assistente de Jorge Salavisa. Fez parte de Companhias com digressões em França,  Suíça,  Bélgica, Alemanha, Holanda, Dinamarca, Suécia e  Egito.
No cinema, participou no filme O Cantor e a Bailarina de Armando Miranda, em 1960. Ao seu lado estiveram também os bailarinos Jorge SalavisaFernando IsascaAlbino Morais e Fernando Lima, com coreografia de Fernando Lima.

domingo, 4 de janeiro de 2015

FELIZ 2015 ! Primeira nota do ano.

Olá a todos que passam, comentam e a todos que passam, olham copiam e distribuem os assuntos que aqui vou compilando e mostrando.
Começa um Novo Ano, que ele seja repleto de paz e magia.
A Paz da música, da dança, da amizade, do amor e de tudo que nos faz bem á alma e ao coração.
Iniciando os trabalhos do ano, partilho esta informação, que me deixou muito feliz, e sei que quem aqui costuma vir vai gostar de saber, caso ainda não saiba, então vamos lá.
Dolores Jardim



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The Independent considera bailarino português uma das mais promissoras figuras das artes para 2015

Marcelino Sambé é um bailarino português que faz parte do The Royal Ballet, a maior companhia de ballet do Reino Unido. O jornal The Independent destaca-o como uma das 10 figuras mais promissoras deste ano no campo das Artes.
Marcelino tem 20 anos e é natural de Lisboa. Há dois anos, depois de concluir uma formação na The Royal Ballet School, o português entrou para a The Royal Ballet. Agora é considerado, pelo jornal britânico, uma “estrela em ascensão” que vai “tomar o mundo de assalto” com o seu talento em 2015.
“Ele é o tipo de dançarino que atrai o nosso olhar mesmo em papéis pequenos”, frisam os críticos do jornal, destacando os “saltos exorbitantes” e “movimentos aveludados” do português. “Sambé tem uma técnica impressionante, combinada com energia e presença de palco”, sublinham.
Antes do The Royal Ballet School, Marcelino Sambé estudou no Conservatório Nacional de Lisboa. O bailarino tem no seu currículo espetáculos no Reino Unido, como “Yondering”, de John Neumeier, e “Simple Symphony”, de Alastair Marriott, tendo participado também numa gala de verão em Itália, há dois anos.
Entre os prémios recebidos até hoje por Sambé estão uma medalha de prata na Moscow International Ballet Competition, que teve lugar na Rússia em 2008; o primeiro prémio no Youth American Grand Prix (2009); e uma medalha de ouro e distinção especial na USA International Ballet Competition de 2010.
No próximo mês de fevereiro, Marcelino vai participar na produção do “Lago dos Cisnes” da The Royal Ballet, integrada na reputada Royal Opera House, para o qual já foi escolhido.
Matéria publicada em :http://www.porta351.com/arquivo/3902