sábado, 24 de novembro de 2012

Ballet de Londrina ganha importante prêmio nacional

A Companhia Ballet de Londrina é um dos grupos vencedores do Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna 2012 e receberá um dos maiores valores da premiação - R$ 100 mil, o que garante a programação comemorativa dos 20 anos da Companhia e da Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart).
(Foto divulgação) Ao ser contemplada pela edição 2012 do prêmio, a companhia londrinense se firma ainda mais entre os grandes grupos de dança brasileiros, como o Quasar Cia de Dança, de Goiás; Esther Weitzman Companhia de Dança, do Rio de Janeiro, e Grupo Cena 11, de Santa Catarina, que também foram contemplados. “É uma premiação importante e que dará à companhia a possibilidade de viabilizar o projeto de comemoração dos 20 anos da Funcart e também garantirá parte do roteiro de circulação de espetáculos em 2013”, comemora o diretor da Cia, Leonardo Ramos. (Fonte: Assessoria de Imprensa Funcart)

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta BALLET COPPÉLIA

                              (Imagem TmRJ divulgação)



Desde sua estreia, em 1870, na Ópera de Paris, até os dias de hoje, Coppélia tem mantido intacto o encanto que o transformou em um dos ballets mais populares do mundo e presença obrigatória no repertório das grandes companhias clássicas. Desde de 27 de outubro, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculado à Secretaria de Estado de Cultura, apresenta nova temporada até 7 de novembro, com direção artística de Dalal Achcar. Nos papeis principais estarão as estrelas do Ballet do Theatro Municipal – Claudia MotaKarina Dias e Márcia Jaqueline, e Cícero GomesDenis Vieira e Filipe Moreira –, dirigido artisticamente por Hélio Bejani. A Orquestra Sinfônica do TM será conduzida pelo Maestro Jésus Figueiredo.Belos cenários e figurinos de José Varona. A história divertida e lúdica ganha ainda mais brilho com a direção artística de Dalal Achcar, na execução da coreografia de Enrique Martinez. É, sem dúvida, um programa para a família toda”, comenta Carla Camurati, presidente da Fundação Teatro Municipal.
A coreógrafa Dalal Achcar,ressalta a importância da obra para oTheatro Municipal: “Coppélia é um marco para todos nós. Foi o espetáculo que lançou a bailarina Ana Botafogo e um dos mais belos do repertório”.

Baseado no conto Der Sandmann (O homem de areia) de Ernest Hoffman, de 1815, o ballet Coppéliafoi coreografado originalmente por Arthur Saint-León, que também assinou o libreto com Charles Nuitter. Foi o primeiro grande ballet clássico a incluir danças folclóricas como mazurcas, polcas e czardas, escolhidas por Delibes, autor da partitura, para dar mais realismo à obra. No Theatro Municipal do Rio, foi apresentado inicialmente em 1918, pela Cia. de Anna Pavlova. Desde 1981, quando Ana Botafogo fez sua estreia com grande sucesso no BTM, o Theatro Municipal apresenta a versão do coreógrafo cubano Enrique Martinez, criada originalmente para o American Ballet Theater e que se tornou uma unanimidade, adotada pelas maiores companhias do mundo.



Hélio Bejani, diretor do Ballet do TMRJ, resume: “Coppélia, traz nossa companhia de volta à essência do ballet clássico, onde os bailarinos poderão mostrar toda sua competência na condição que nos diferencia como únicos no país: a de preservar a historia do ballet de repertório. É um clássico cheio de amor, encanto e magia. Uma boa oportunidade de diversão, com uma dose grande de emoção”.
Um dos pontos altos de Coppélia é a música de Lèo Delibes, como explica o Maestro Silvio Viegas, Diretor Artístico e Maestro Titular da OSTM “O mais interessante de Delibes é que, por ser um compositor acadêmico, criou uma estrutura sólida e pensada em comum acordo com a dança, sendo fundamental para a formação de uma unidade”. “A sinfônica de Delibes é considerada um dos melhores exemplos de música para o balé de qualquer época. Ela é o divisor de águas na história da música feita especialmente para o balé”, completa.
Coppélia
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Música: Léo Delibes
Coreografia: Enrique Martinez
Libreto: Charles Nuitter, inspirado no conto Der Sandmann, de Ernest Hoffman
Direção Artística: Dalal Achcar
Cenários e figurinos: José Varona
Direção Artística do BTM: Hélio Bejani
Regência: Jésus Figueiredo
Solistas:
Márcia Jaqueline e Cícero Gomes – 27/10 e 4/11
Cláudia Mota e Denis Vieira– 28/10, 1º e 7/11
Karina Dias e Filipe Moreira – 3 e 6/11
Temporada:
Estreia: 27 de outubro, às 20h30
Dia 28/10 e 4/11 às 16h
Dias 1, 6 e 7/11 às 20h
Dia 3 às 20h30
Theatro Municipal do Rio de Janeiro








Aluna da Escola do Bolshoi é aprovada no Ballet do Uruguai

           

                                        (Imagem Nilson Bastian)



Jovem concorreu com 60 pessoas e trabalhará no Ballet Nacional Sodre.
Aluna de 18 anos deve trabalhar por um ano na companhia no Uruguai.





A aluna do último ano da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Nathiany Ribeiro, 18 anos, natural de Salvador foi aprovada para o Ballet Nacional Sodre, do Uruguai.  A audição ocorreu no dia 20 de outubro e era dividida em duas fases. Nathiany, foi uma das 8 aprovadas e o contrato tem vigência de um ano, com início no dia 28 de janeiro de 2013 e segue as leis trabalhistas do Uruguai. A jovem concorreu com mais 60 pessoas.Há seis anos estuda na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Ela é fruto de uma audição realizada em Salvador pela instituição. No Bolshoi Brasil atuou em quase todos os repertórios: Don Quixote, O Quebra-nozes, Giselle, Chopiniana e o contemporâneo Jurei pro amor um dia te encontrar. Seu papel de destaque foi em Danças Polovitzianas, extraídas da ópera O Príncipe Igor, como Tchaga um personagem envolvente que representa o espírito guerreiro dessa obra.

Para as aspirantes no balé dá uma dica: “Nunca desanimem com o primeiro obstáculo. O balé é exigente, mas compensador. Persista, corra atrás do seu sonho que você consegue. Nunca se limite sempre de o máximo de você", conclui.

Ballet Jovem Palácio das Artes estreia novo espetáculo nesta quarta-feira, no Grande Teatro Coreografia de Peter Lavratti buscou inspiração em obras do escultor Auguste Rodin


O público que comparecer nesta quarta-feira ao Grande Teatro. A pergunta dá também nome ao espetáculo do grupo de dança da Fundação Clóvis Salgado, que estreia logo mais e tem concepção coreográfica de Peter Lavratti, bailarino da Cia. de Dança Palácio das Artes.

Segundo a diretora artística do grupo, Andréa Maia, o coreógrafo se inspirou em imagens do escultor francês Auguste Rodin (1840–1917) e ao longo do processo de desenvolvimento da montagem, que apresentará uma série de movimentos sobre o tema “relação”, buscou ouvir a opinião dos bailarinos, propondo-lhes perguntas como “o que entendiam como relação?” e “o que identificariam como frágil nas relações?”.

“O Lavratti fez uma pesquisa gestual com as imagens de Rodin e daí as coisas se desenrolaram. Ao mesmo tempo em que as relações são fortes, elas são frágeis; é um paradoxo interessante e por isso esse questionamento”, explica Andréa. Por isso, a coreografia traz momentos fortes de paixão, fragilidade e sensibilidade, características de todo relacionamento, e foi criada a partir da música Piano works, de Craig Armstrong.




A coreografia deu a Amanda Santana o prêmio de Bailarina Revelação no Sesc/Sated 2009 e no Usiminas/Sinparc 2009, e a Bruno Rodrigues o prêmio de Bailarino Revelação no Usiminas/Sinparc 2009. “

Ballet Jovem foi criado em 2007, em parceria com o Instituto Unimed-BH, com o objetivo de preparar bailarinos com idade a partir de 15 anos para atuar em grupos profissionais. Ao longo dos seus cinco anos, vários de seus integrantes foram contratados por outras companhias, como Grupo Corpo, Camaleão Grupo de Dança e Cia. Mário Nascimento, de Belo Horizonte, e ainda a Cia. de Dança de Caxias do Sul e o Balé Teatro Guaíra (Curitiba) e até mesmo do exterior – de Atlanta (EUA), Canadá e Salzburgo (Áustria). Em 2010, a direção artística e de ensaios foi assumida pela bailarina Andréa Maia. Solista do Ballet da Cidade de São Paulo por 22 anos, ao longo de sua carreira ela realizou trabalhos com renomados coreógrafos e professores nacionais e internacionais.

Nos dias 9, 10 e 11 de novembro, o Ballet Jovem Palácio das Artes vai dar mais uma prova de como o trabalho desenvolvido pelo grupo tem sido diversificado. Depois de participarem da ópera A viúva alegre, encenada este mês no Palácio das Artes, a mostra RSVP, resultado de um intercâmbio cultural entre o grupo da Fundação Clóvis Salgado e o Dança Jovem, do Centro Artístico de Dança, será apresentada no Espaço Cultural Ambiente, na Serra.